Orbitando
Olho as estrelas e elas caem aos meus pés
A lua brilha mais e mais a cada dia
Mas não consigo enxergar o céu
As luzes urbanas sufocam a poesia
Então me limito
A sentir a fumaça dos veículos
E a poeira do concreto
Enquanto eu orbito
Em galáxias distantes e burocráticas
Meu corpo distante de meu cérebro desconexo
Eu Respiro, Transpiro, Aspiro
E Destilo
Procuro respostas
Em Ruas de Vento
Repletas de diversos perigos
Tenho muito a percorrer
Escrito por Marcondes Pseudosangue às 14h14
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